A curadoria da exposição ficou a cargo do artista plástico Roniekson Okobayevo. Ele ressalta que o evento é fruto de uma profunda colaboração comunitária que promove a troca de saberes e a valorização da identidade cultural indígena. Além da exposição, a iniciativa também investe em atividades formativas como oficinas de cerâmica, pintura com tintas naturais e grafismo tradicional, fortalecendo a cultura local.
A secretária de Estado da Cultura e Economia Criativa, Mellina Freitas, sublinha a importância de valorizar e reconhecer a cultura indígena como parte integral do patrimônio alagoano. Para ela, a exposição representa um compromisso em respeitar e perpetuar os saberes dos povos originários, reafirmando sua relevância na construção da identidade estadual.
Cecília Melo, supervisora do museu, destaca o alcance simbólico do evento: “Receber essa exposição é abrir espaço para narrativas muitas vezes esquecidas”, afirma. Ela convida o público a mergulhar na arte e história do povo Kariri-Xocó, entendendo a profundidade de cada obra exposta.
O Museu Palácio Floriano Peixoto está de portas abertas para o público de segunda a sexta-feira, permitindo que moradores e visitantes conheçam essa fascinante fusão de arte e história, essencial para a preservação da memória e do legado cultural indígena.







