A exposição é composta por 22 máscaras, cada uma representando uma temática diferente, como afro, indígena, decorativa e de salão. Todas as peças foram produzidas pelos alunos do Ensino Médio da escola Virgínio de Campos, localizada no bairro Ponta da Terra. As máscaras foram confeccionadas durante oficinas de arte utilizando técnicas de papietagem e papel marchê.
Segundo a secretária de Estado da Cultura, Mellina Freitas, o projeto foi aprovado pela Lei Paulo Gustavo em Alagoas e tem como objetivo valorizar o potencial dos jovens alagoanos. A iniciativa é mais uma forma de fomentar a cultura e o talento local, além de proporcionar aos alunos uma experiência enriquecedora e única.
Durante a abertura da exposição, os visitantes puderam participar de um passeio guiado pelo museu e apreciar um coffee break. Beth Krisam, coordenadora do evento, destacou a importância de proporcionar um ambiente educativo e criativo para os alunos. Para ela, o projeto foi um sucesso e os resultados foram muito compensadores.
A aluna Ayllane Renata, do 1º ano do Ensino Médio da escola Virgínio de Campos, compartilhou sua experiência positiva com as oficinas de arte. Segundo ela, participar da produção das máscaras foi incrível e gratificante, e ela espera poder contribuir com mais projetos no futuro.
A exposição “Mascarando-se” é gratuita e está aberta para visitação de terça a sexta-feira, das 9h às 16h, no Museu Palácio Floriano Peixoto, localizado no Centro da capital alagoana. A iniciativa visa valorizar a cultura local e o potencial dos alunos das escolas públicas, promovendo assim o desenvolvimento social e artístico desses jovens talentosos.
