A condição pode se manifestar em qualquer fase da vida, o que torna o diagnóstico desafiador. Embora sintomas como diarreia crônica, distensão abdominal e perda de peso sejam comuns, a doença também pode se apresentar como anemia persistente, fadiga, e até mesmo de forma silenciosa, sem sinais aparentes.
O diagnóstico da doença celíaca é realizado através de exames laboratoriais específicos que detectam anticorpos relacionados à doença e é geralmente confirmado por biópsia do intestino delgado. Janine enfatiza que o tratamento consiste na exclusão total do glúten da dieta e no cuidado com a contaminação cruzada, essencial para evitar a inflamação intestinal. A rotulagem obrigatória nos alimentos industrializados e a maior disponibilidade de produtos sem glúten ajudam nesse controle.
Apesar da forte influência genética, a identificação precoce e o acompanhamento adequado são essenciais para evitar complicações como desnutrição e osteoporose. A adaptação requer atenção aos rótulos alimentares e acompanhamento nutricional profissional para garantir um equilíbrio dietético. As informações e orientações para essa população são fundamentais para uma convivência harmoniosa com a doença celíaca.