As ISTs, causadas por vírus, bactérias, fungos ou parasitas, são geralmente transmitidas por meio de relações sexuais desprotegidas. Andrade adverte que, muitas vezes, essas infecções permanecem assintomáticas nos estágios iniciais, dificultando o diagnóstico e podendo eventualmente resultar em complicações severas, como câncer e infertilidade.
Além de reconhecer a importância do preservativo como principal método de prevenção, o especialista salienta que é crucial manter exames de saúde regulares. Ele alerta para sintomas como secreção genital incomum, feridas e lesões na região íntima, e dor ao urinar, que devem servir como sinais de alerta para a busca imediata de atenção médica.
Sífilis, por exemplo, pode começar com feridas indolores, mas potencialmente contagiosas, reforçando a ideia de que a prevenção deve ser uma prática contínua e não se limitar apenas ao carnaval. Andrade defende que a educação sexual, o uso consciente de preservativos e exames periódicos são estratégias essenciais para uma saúde sexual responsável durante todo o ano.
Por fim, a mensagem é clara: enquanto o carnaval é um momento de celebração e alegria, ele também requer responsabilidade. Preservar a saúde sexual, informando-se, usando preservativos e realizando exames, são passos fundamentais para garantir que as festividades não sejam ofuscadas por problemas de saúde futuros. A festa pode ser aproveitada sem preocupações, desde que cada indivíduo esteja ciente de suas responsabilidades para consigo mesmo e para com os outros.






