Após um primeiro atendimento na UPA do Jacintinho, a jovem foi acolhida no HRPI, onde uma equipe de enfermagem empenhou-se em oferecer um cuidado adaptado às suas necessidades. Profissionais experientes, como a enfermeira Lysia Moura, destacam a importância de um olhar atento e sensível, especialmente quando se trata de pacientes com TEA, cujo conforto nos ambientes hospitalares depende de atendimentos ágeis e empáticos.
O tratamento oferecido a Emilly exemplifica a dedicação dos profissionais da saúde em criar um ambiente seguro e respeitoso, onde cada particularidade é levada em conta. O carinho e a paciência da equipe são fundamentais para garantir que a jovem se sinta compreendida e confortável durante sua estadia no hospital.
A mãe de Emilly, Quitéria Maria, expressou sua gratidão ao destacar a capacidade da equipe em respeitar os limites da filha e se adaptar às suas necessidades. “Esse tipo de cuidado não se aprende apenas com técnica; é fruto de uma capacidade genuína de amar”, enfatiza Quitéria.
Emilly permanecerá no HRPI para realizar uma cirurgia necessária devido à fratura no pé. Seu caso exemplifica como o HRPI transforma a humanização e a empatia em pilares fundamentais do atendimento, mostrando que cada paciente é tratado com dignidade e atenção individualizada. Em um cenário onde os desafios são constantes, essas práticas reafirmam o compromisso do hospital com um cuidado de qualidade que respeita a singularidade de cada vida.






