O Hospital de Emergência do Agreste sobressaiu no volume de casos, com 552 acolhimentos, enquanto o HGE registrou 275 atendimentos. No HGE, os atendimentos foram majoritariamente clínicos e acidentais. Dentre os 102 casos de acidentes, 57 envolveram ocorrências de trânsito, incluindo 28 acidentes de moto e 24 colisões. O hospital ainda prestou assistência a 16 vítimas de agressões, registrou 26 cirurgias e efetuou 97 novas internações.
No HEA, os 143 casos de trânsito se destacaram, 90 deles envolvendo motocicletas, além de outros atendimentos relacionados a acidentes de trabalho e violência. A unidade enfrentou uma diversidade de casos, desde mordidas de animais a picadas de insetos, e realizou 19 cirurgias durante o período.
Os diretores das unidades sublinharam a importância da preparação contínua e do funcionamento ininterrupto desses hospitais, que lidam diariamente com situações de alta complexidade. O diretor médico do HGE, Miquéias Damasceno, reforçou o papel da conscientização pública em reduzir demandas, incentivando hábitos de vida mais saudáveis e o respeito às normas de segurança.
Esses números destacam não apenas o papel crucial das unidades hospitalares, mas também o desafio constante de manter um serviço de saúde pública eficiente, especialmente em tempos de alta demanda, como durante feriados prolongados.







