A menina foi levada à Unidade Mista Dra. Quitéria Bezerra de Melo, dirigida pela Secretaria de Estado da Saúde de Alagoas (Sesau). Os profissionais imediatamente suspeitaram de envenenamento por cobra e transferiram Lis para o Hospital Regional do Alto Sertão (HRAS), onde o caso foi tratado com a administração do soro antiofídico. Devido à gravidade, a menina foi transferida para o Hospital Geral do Estado (HGE) em Maceió, permanecendo seis dias internada.
No HGE, unidade referência no tratamento de picadas de serpentes e única com capacidade de realizar hemodiálise em crianças, Lis recebeu cuidado intensivo e multidisciplinar. Felizmente, sua condição evoluiu positivamente, dispensando a necessidade de procedimentos mais invasivos. Após três dias na UTI e mais três na enfermaria, a jovem recebeu alta com sinais de plena recuperação.
A experiência realça o comprometimento e a eficiência da Sesau e do Sistema Único de Saúde (SUS), cujos atendimentos integrados foram vitais para salvar Lis. A pediatra Ana Carolina Ruela reforça que o tratamento rápido em ambiente hospitalar é crucial para evitar complicações graves de picadas de cobra, recomendando medidas preventivas e cuidados imediatos em caso de acidentes.
Agora em casa, Lis agradece aos hospitais e profissionais que a atenderam. Sua história não apenas destaca a importância de um sistema de saúde eficiente, mas também deixa importantes lições de prevenção e cuidado.
