A situação mobilizou o 6º Segmento da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), liderada pelo delegado Eduardo Guerra. Os investigadores chegaram ao local para iniciar os procedimentos preliminares, e com a ajuda de um pescador, surgiram pistas sobre uma possível identidade do crânio. Ele sugeriu que os restos mortais poderiam pertencer a seu sobrinho, que desapareceu no mar há cerca de dois anos em um incidente que envolveu três pescadores. Na ocasião, apenas um conseguiu retornar à costa.
Até o momento, não há indícios de crime violento no local, tornando desnecessária a presença inicial da perícia do Instituto de Criminalística. No entanto, o Instituto Médico Legal (IML) foi acionado para realizar exames periciais cujo objetivo é identificar o crânio. A polícia está considerando diferentes hipóteses, como morte acidental por afogamento ou até mesmo possível vilipêndio de cadáver. As investigações permanecerão em curso, aguardando o resultado das análises para aprofundar o caso.
O delegado Eduardo Guerra afirmou que, embora ainda não haja elementos que indiquem um homicídio, todas as possibilidades estão sob análise até que se esclareçam as circunstâncias do ocorrido.







