Em 2025, as unidades registraram mais de 140 mil atendimentos, consolidando-se como pilares no apoio à população alagoana. Este número aumentou significativamente em 2026, com o Núcleo de Atendimento ao Trabalhador (NAT) relatando um crescimento de 45% na demanda por serviços relacionados a direitos trabalhistas e previdenciários.
As Casas de Direitos são mais do que meros pontos de suporte técnico; elas oferecem serviços de cidadania, como a criação e recuperação de contas Gov.br, emissão de documentos, solicitações de seguro-desemprego, consultoria ao Cadastro Nacional de Informações Sociais (CNIS) e orientação sobre aplicativos governamentais. A moradora de Jacintinho, Andrezza Alves, é uma das muitas beneficiadas, elogiando o atendimento eficiente recebido no local.
Amanda Lima, da Superintendência de Prevenção à Violência, ressalta que o avanço digital, embora benéfico, apresenta desafios significativos, especialmente para idosos e pessoas em situação de vulnerabilidade. “A digitalização trouxe agilidade, mas expôs a difícil realidade de muitos que não podem acessar essas plataformas sozinhos”, explicou. As unidades não apenas oferecem suporte técnico, mas também acolhimento e orientação individualizada, garantindo que ninguém seja deixado para trás devido à falta de conhecimento tecnológico.
Localizadas no Mirante do Jacintinho em Maceió e no Largo Dom Fernando Gomes em Arapiraca, essas Casas de Direitos funcionam de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h, e não exigem agendamento prévio para os atendimentos. A iniciativa representa um esforço do Governo de Alagoas para promover a inclusão e garantir que todos os cidadãos tenham acesso a seus direitos de forma prática e segura.
