ALAGOAS – Casa de Direitos supera 105 mil atendimentos no semestre e consolida direitos em Alagoas

A Casa de Direitos, vinculada à Secretaria de Estado de Prevenção à Violência (Seprev), fortaleceu sua posição como um serviço essencial ao atingir 105 mil atendimentos no primeiro semestre de 2026. Localizada em Maceió e Arapiraca, a instituição se destaca no oferecimento de serviços voltados para cidadania, documentação, assistência jurídica e inclusão social, sempre priorizando um atendimento humanizado e gratuito.

Entre as principais demandas da Casa de Direitos estão a emissão da Carteira de Identidade Nacional, consultas ao CPF, recuperação da conta Gov.br e emissão da Carteira de Trabalho Digital. Além disso, orientação jurídica, mediação de conflitos e apoio psicossocial estão entre os serviços mais procurados.

Maceió liderou o número de atendimentos, com quase 82 mil pessoas atendidas entre janeiro e junho de 2026. No mesmo período, a unidade de Arapiraca prestou assistência a mais de 23 mil cidadãos. Amanda Lima, assessora especial da Casa de Direitos em Maceió, destacou a importância desses números, afirmando que a população vê na Casa um local capaz de resolver uma ampla gama de questões.

“Com 105 mil atendimentos alcançados, fica claro que estamos atendendo às necessidades da população e garantindo que nenhum cidadão fique desassistido por falta de informação ou acesso aos serviços públicos”, comentou Amanda.

Além de serviços de documentação, a instituição oferece suporte através do Núcleo de Atendimento ao Trabalhador, orientação jurídica abrangente, e apoio de órgãos como o Tribunal de Justiça e a Defensoria Pública. Em Maceió, o Núcleo de Prevenção e Garantia de Direitos foca na proteção das minorias, enquanto em Arapiraca, o Núcleo de Atendimento a Mulheres Vítimas de Violência presta assistência completa às mulheres vulneráveis.

Amanda Lima enfatizou que o papel da Casa de Direitos é vital na política de prevenção à violência, ao proporcionar acesso aos direitos e reduzir vulnerabilidades sociais. “Quando garantimos documentação, orientação e atendimento humanizado, estamos contribuindo para diminuir desigualdades e aproximar o Estado da população,” concluiu.

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