A cardiopatia congênita é definida como uma anomalia na formação do coração durante a vida intrauterina, sendo uma das malformações mais frequentes na infância. De acordo com o cardiologista José Leitão, responsável pelo serviço no hospital, a incidência é de 10 casos para cada mil nascimentos. Chama atenção o fato de que aproximadamente 70% das crianças diagnosticadas necessitam de intervenção médica ainda no primeiro ano de vida.
A experiência da dona de casa Joelma Correia exemplifica a importância desse suporte médico. Seu filho, Kauã Vinícius, de 14 anos, nasceu com Síndrome de Down e uma cardiopatia que exigiu intervenção cirúrgica. Joelma destaca a tranquilidade em saber que seu filho está sendo cuidado por uma equipe qualificada, capaz de administrar problemas de saúde complexos com tecnologia de ponta.
Recentemente, a Secretaria de Estado da Saúde consolidou esse serviço no hospital, proporcionando uma estrutura moderna e multifuncional. Segundo José Leitão, o acompanhamento pré-natal adequado e a avaliação rigorosa do recém-nascido são cruciais para detectar precocemente anomalias cardíacas. A partir de um diagnóstico antecipado, as chances de sucesso no tratamento aumentam significativamente, realçando a relevância de um atendimento médico acessível e eficiente.
