Os pacientes frequentemente relatam sintomas como dor torácica, falta de ar, palpitações e alterações no humor e no sono, tudo isso muitas vezes atribuído ao estresse prolongado. “O estresse prolongado pode contribuir significativamente para o desenvolvimento de doenças cardíacas”, enfatiza Mariana.
Além dos aspectos fisiológicos, o estresse também incita comportamentos prejudiciais à saúde. A especialista destaca a alimentação inadequada, o sedentarismo e o consumo excessivo de álcool como consequentes deste distúrbio. Estes hábitos, por sua vez, agravam ainda mais os riscos cardíacos, criando um ciclo vicioso difícil de ser interrompido.
Para combater esses males, Mariana oferece uma série de orientações valiosas. Primordialmente, ela recomenda a prática regular de exercícios físicos. “Exercícios são uma excelente forma de liberar tensões e melhorar a saúde cardiovascular. O ideal é incluir pelo menos 30 minutos de atividade moderada na rotina diária”, aconselha a cardiologista.
A especialista também incentiva a adoção de técnicas de relaxamento, como meditação, yoga e exercícios de respiração. Estas práticas, segundo ela, são eficazes para equilibrar os níveis de cortisol e promover uma sensação de calma. Outro ponto crucial é a alimentação saudável. Mariana sugere uma dieta rica em frutas, verduras, grãos integrais e gorduras saudáveis, elementos que não só melhoram o bem-estar, mas também fortalecem a saúde do coração.
O sono de qualidade também é um componente vital nessa equação. O descanso insuficiente, alerta a cardiologista, pode aumentar os níveis de estresse e impactar negativamente a saúde cardiovascular. “Dormir bem é tão importante quanto fazer exercícios e manter uma boa dieta”, sublinha.
Conexões sociais saudáveis e a busca de apoio psicológico também encontram lugar nas recomendações de Mariana Albuquerque. “Manter relacionamentos saudáveis e conversar sobre suas preocupações pode aliviar a carga emocional”, destaca ela, frisando a importância do equilíbrio emocional para a integridade do coração.
A cardiologista conclui alertando que o estresse não deve ser subestimado. “Pequenas mudanças no estilo de vida podem fazer uma grande diferença. Ao seguir essas orientações, priorizamos o autocuidado e previnimos complicações cardiovasculares graves”, conclui.
O recado é claro: cuidar da saúde mental é também cuidar do coração. Com medidas simples e eficazes, é possível combater o estresse e preservar a saúde cardiovascular.





