ALAGOAS – Câmara de Segurança Alimentar Inicia Ação em Municípios Vulneráveis de Alagoas para Implementar Protocolo Brasil Sem Fome

A Câmara Intersetorial de Segurança Alimentar e Nutricional de Alagoas (Caisan/AL) iniciou uma importante cooperação técnica com diversos municípios do estado para implementar o Protocolo Brasil Sem Fome. A iniciativa, coordenada pela Secretaria de Assistência e Desenvolvimento Social (Seades), tem como foco auxiliar cidades que enfrentam desafios significativos de vulnerabilidade alimentar. Este movimento é parte de um esforço nacional para garantir segurança alimentar e nutricional a comunidades em risco.

O evento de lançamento ocorreu na quinta-feira, reunindo representantes municipais das áreas de Assistência Social e Saúde de União dos Palmares, Palmeira dos Índios, Maceió, Penedo, São Miguel dos Campos, Maragogi, Rio Largo e Arapiraca. Esses municípios foram escolhidos devido ao alto índice de vulnerabilidade alimentar, conforme apontam indicadores nacionais.

Kátia Born, presidente da Caisan/AL, destacou a importância da integração entre assistência social, saúde e segurança alimentar. “O Protocolo Brasil Sem Fome é uma ferramenta crucial para planejar e acompanhar ações estratégicas voltadas às famílias mais vulneráveis”, afirmou. Ana Luna, agente articuladora do Ministério do Desenvolvimento Social em Alagoas, apresentou o cronograma de apoio técnico, que inclui atividades até dezembro.

A ação está embasada na Portaria MDS nº 1.148/2026, priorizando os municípios brasileiros com maior número de famílias em insegurança alimentar. As cidades terão 30 dias para aderir formalmente ao protocolo, recebendo depois suporte contínuo em diagnóstico e gestão.

O Protocolo Brasil Sem Fome surgiu após o Brasil deixar o Mapa da Fome da ONU em 2025. Coordenado pelo Ministério do Desenvolvimento Social, ele promove a integração entre sistemas nacionais de saúde, assistência social e segurança alimentar. As estratégias incluem o monitoramento e atendimento de famílias em risco, vinculando dados do SUS e programas sociais, como o Bolsa Família, para uma resposta coordenada e eficaz.

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