A trama acompanha Deus, interpretado por Antônio Fagundes, em sua busca por um substituto enquanto desfruta de férias pelo sertão, acompanhado por Taoca, vivido por Wagner Moura. Esta viagem destaca as diversidades culturais do Nordeste e a força de seu povo, enfatizando aspectos como a religiosidade e o humor.
Mais de duas décadas após seu lançamento, o legado de “Deus é Brasileiro” ganha continuidade com “Deus Ainda é Brasileiro”. Esse novo filme, que será lançado em 2026, foi rodado em Alagoas e conta com o apoio do governo estadual. Sendo o último trabalho de Diegues, falecido em 2025, o longa enfatiza a conexão do cineasta com suas raízes e destaca o potencial de Alagoas como polo de produção audiovisual.
Mellina Freitas, secretária de Cultura e Economia Criativa, reforçou a importância do legado de Diegues e o impacto econômico e cultural proporcionado pelo apoio do setor público. O roteiro, inspirado no conto de João Ubaldo Ribeiro e desenvolvido por talentos como João Emanuel Carneiro, traz uma narrativa renovada, abordando os desafios do Brasil contemporâneo.
Diegues descreveu o novo filme como um spin-off, enfatizando que, embora derive do universo de sua obra anterior, não se trata de uma continuação direta, mas sim uma exploração dos desafios atuais do país. Com tom patriótico, a produção busca resgatar a esperança na humanidade, oferecendo uma nova perspectiva sobre as histórias e personagens que cativaram o público.
A estreia de “Deus Ainda é Brasileiro” é aguardada com expectativa, prometendo movimentar o cenário cultural de Alagoas e contribuir para a economia criativa da região.






