Este projeto é uma experiência inclusiva, voltada para mulheres de todas as idades, pessoas LGBTQIAPN+, pessoas negras, idosos e indivíduos com deficiência. A oficina visa reconhecer e celebrar o forró e o samba como partes integradas do patrimônio cultural nacional, promovendo uma abordagem que acolhe diferentes corpos e identidades. As primeiras aulas estão agendadas para 11 de junho, com duas sessões, às 14h30 e às 15h30.
Dirigida pela professora e produtora cultural Ticiani Oliveira, a atividade vai além dos aspectos técnicos da dança. A proposta é engajar os participantes em encontros enriquecedores que promovam a troca de saberes e a apreciação da diversidade cultural presente no Brasil.
Mellina Freitas, secretária de Estado da Cultura e Economia Criativa, destacou a importância de tais iniciativas para o fortalecimento dos laços comunitários e a ampliação das funções dos espaços culturais como a Biblioteca Graciliano Ramos. “Ver a dança ocupando este ambiente é lindo. Ela aproxima diferentes públicos e fortalece a vida cultural do nosso estado”, afirmou.
Para a supervisora da biblioteca, Mira Dantas, o projeto ressoa com o papel da instituição de ser um espaço vivo e acolhedor de diversas culturas. “Estamos felizes em promover essa aproximação comunitária e incentivar a participação cultural”, comentou.
Ticiani Oliveira, com mais de 20 anos de experiência em danças brasileiras, dirige a Se Axêgue Escola de Dança e é conhecida por seus projetos que democratizam o acesso à arte. A oficina faz parte do Plano de Ações Sociourbanísticas, no âmbito de uma parceria entre o Ministério Público e a Braskem.
As inscrições para a oficina estão abertas e os interessados podem se cadastrar diretamente na plataforma online informada. Há 20 vagas disponíveis por turma, garantindo assim um ambiente acolhedor e dinâmico para todos os participantes.
