Segundo Lisboa, os sintomas mais frequentes incluem tosse, febre, coriza, dificuldade para respirar, chiado no peito e congestão nasal. Entre as doenças mais diagnosticadas estão gripes, resfriados, bronquiolite e crises alérgicas. “As variações climáticas favorecem a circulação de vírus, o que agrava os quadros respiratórios, particularmente em crianças pequenas que têm o sistema imunológico ainda em formação”, explica o médico.
Os pais devem ficar atentos aos sinais de alerta, como respiração acelerada, esforço respiratório, lábios arroxeados, febre persistente, sonolência excessiva e recusa alimentar. Nesses casos, é crucial buscar assistência médica imediata.
Para prevenir essas complicações, a vacinação é essencial. Higienizar as mãos, evitar mudanças bruscas de temperatura, manter o ambiente arejado e brincar ao ar livre são cuidados importantes. Nos bebês, a lavagem nasal com soro fisiológico pode fazer uma grande diferença.
O tratamento deve ser individualizado, incluindo hidratação, controle da febre e acompanhamento médico para casos mais graves. Lisboa enfatiza a importância de evitar a automedicação e buscar ajuda profissional ao perceber os primeiros sinais de agravamento. Essa atenção é fundamental para garantir a saúde e o bem-estar das crianças durante essa época do ano.
