A diretora-geral do HEA, Bárbara Albuquerque, enfatiza a ampliação significativa nos serviços de saúde especializados do hospital. Segundo ela, o Ambulatório de Pele e Feridas tem sido crucial na recuperação de pacientes, refletindo o compromisso do hospital em salvar vidas. Com uma média anual de mais de 4.660 assistências, o ambulatório desempenha um papel vital na continuidade do tratamento pós-alta hospitalar.
A coordenação do Serviço de Atenção à Pele e Feridas, liderada pela enfermeira Versiane Magalhães, destaca o atendimento a pacientes regulados pelo estado. Em grande parte, os atendidos são homens entre 50 e 70 anos, com condições graves como diabetes e hipertensão. A enfermeira observa que o serviço se envolve em casos com úlceras venosas e traumas, educando os pacientes sobre o manejo adequado de suas condições fora do ambiente hospitalar.
O sucesso do ambulatório é um exemplo de trabalho integrado, como afirma Achilles Lima, coordenador do Serviço de Cirurgia Vascular. A colaboração entre as equipes de cirurgia e curativos tem garantido tratamentos que evitam amputações e preservam membros dos pacientes.
Entre os beneficiados pelo ambulatório está José Valmir Marcos da Silva, cuja recuperação após uma amputação foi significativa. Ele destaca a importância do serviço em sua vida, um sentimento refletido por sua filha, que viu de perto a mudança no estado de saúde do pai. Outro exemplo é Ana Vitória Conceição, que após um acidente de motocicleta escapou da amputação graças à intervenção da equipe médica do HEA.
O Ambulatório do Hospital de Emergência do Agreste não só transforma a vida dos pacientes, mas também se solidifica como pilar essencial da rede de saúde da região, mostrando que a dedicação e o trabalho em equipe podem redefinir trajetórias.
