Alagoas, no contexto geral da competição, obteve um total de 62 medalhas a nível nacional, somando-se as da rede estadual, escolas municipais, privadas e o Instituto Federal de Alagoas (Ifal). Este ótimo desempenho, que também contabiliza os melhores resultados estaduais, resultou em 287 medalhas. Destaca-se que a rede estadual é responsável por 35% dos medalhistas nacionais e 27% dos estaduais.
O coordenador estadual da OBMEP, Adelailson Peixoto, salientou que este é o maior desempenho do estado em quase duas décadas da competição. Recordes de medalhas de ouro, prata, bronze e Menções Honrosas foram batidos, com a participação de mais de 80% dos municípios do estado. Adelailson elogiou o progresso contínuo na absorção do conhecimento matemático em Alagoas, refletindo o esforço educacional significativo da região.
Entre os destaques, Lília Fernanda Sousa Costa brilhou como uma das historiadoras medalhistas de ouro, assinalando a terceira jovem a alcançar tal feito na história da competição em Alagoas. Ela, junto a outros campeões como Amon Chalegre e Nicolas Lopes de Araújo, mostra o potencial dos estudantes alagoanos na área da matemática. Esses jovens campeões além de trazerem prestígio para suas escolas, também abrem portas para futuras oportunidades acadêmicas, como bolsas de iniciação científica e vagas em universidades renomadas, destacando a OBMEP como um importante meio de promoção à educação de qualidade. O sucesso das escolas públicas em uma competição de tal magnitude reflete, sem dúvida, o impacto positivo e estimulante da educação no estado.
