Alagoas também se destacou em relação ao total de inscritos no exame em nível nacional, demonstrando um aumento de quase 55% em comparação ao ano anterior. Esses números refletem o comprometimento do estado em promover a ressocialização por meio da educação, proporcionando oportunidades de reinserção na sociedade e no mercado de trabalho para os reeducandos.
O crescimento expressivo no número de aprovados reflete as ações educacionais implementadas no sistema prisional alagoano, demonstrando a importância da educação como uma ferramenta de transformação e reintegração social. O secretário de Ressocialização e Inclusão Social, Diogo Teixeira, enfatizou o orgulho dos índices alcançados, destacando a importância de parcerias com órgãos como o Tribunal de Justiça, Ministério Público e Secretaria de Educação.
A Secretaria de Ressocialização e Inclusão Social também implementou ações como o censo educacional, visando identificar a escolaridade das pessoas privadas de liberdade e erradicar o analfabetismo. A educação é fundamental para a reinserção social, proporcionando acesso a oportunidades de estudo, trabalho e renda para os apenados.
Em relação ao Encceja PPL, a Coordenação Nacional da Educação, no âmbito da Diretoria de Políticas Penitenciárias, realizou uma mobilização nacional para destacar a importância do exame para pessoas privadas de liberdade. O Encceja é aplicado em todo o país pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), beneficiando não apenas as pessoas privadas de liberdade, mas também jovens sob medida socioeducativa que inclua a internação.
Diante desses números positivos, fica evidente a importância do investimento na educação como parte essencial do processo de ressocialização e reinserção dos reeducandos na sociedade. O comprometimento do estado de Alagoas em promover a educação dentro dos presídios é uma demonstração clara do impacto positivo que essas ações podem gerar a longo prazo.