A conferência abordou uma gama de temas, desde o marco legal até questões de transparência pública. Durante a abertura, Elen Oliveira, chefe de gabinete do Gabinete Civil, ressaltou a simbologia do evento para o estado, especialmente por coincidir com o 65º aniversário do Arquivo Público do Estado. Para Wilma Nóbrega, superintendente do APA, a preservação documental é essencial para a transparência e o controle social, garantindo direitos e fortalecendo a democracia. Ela destacou que os arquivos são fundamentais para o acesso à memória social, cultural e política.
O professor da Ufal, Daniel Flores, conduziu a palestra inicial intitulada “Arquivos: agentes da cidadania e da democracia”, instigando reflexões sobre as potencialidades e desafios regionais. Isaías Santana, do Arquivo Público Nacional, reforçou que a participação social é crucial para garantir a preservação da memória coletiva.
A programação contemplou seis eixos temáticos voltados à gestão documental e ao fortalecimento da cidadania, abrangendo governança arquivística, preservação patrimonial e inclusão, entre outros. O historiador Jafther Nohan destacou a importância do evento para o futuro da acessibilidade à informação.
Após intensos debates, 16 delegados foram eleitos para representar Alagoas na etapa nacional em Brasília. A conferência contou com a parceria de várias instituições, incluindo o Tribunal de Justiça de Alagoas e a Universidade Federal de Alagoas, consolidando-se como um marco no fortalecimento da gestão documental no estado.
