O coordenador do Programa Estadual de Controle de Zoonoses da Sesau, Clarício Bugarim, atribui essa redução ao trabalho conjunto entre a sociedade e o poder público, destacando a importância da continuidade das medidas preventivas. “A integração das ações de combate ao Aedes aegypti, juntamente com a conscientização da população sobre a eliminação de criadouros, tem sido vital para proteger a vida dos alagoanos”, afirmou Bugarim.
Entretanto, nem todas as notícias são positivas. Alagoas viu um aumento alarmante nos casos de chikungunya, registrando 3.833 ocorrências, o que representa um crescimento de 801,9% em comparação a 2024, com uma morte confirmada. Além disso, foram detectados 36 casos de febre do oropouche, sem fatalidades associadas.
Bugarim destacou a importância de diagnósticos precoces e da busca rápida por atendimento médico. A Sesau utiliza um método avançado de diagnóstico conhecido como triplex, capaz de identificar dengue, zika e chikungunya em um único teste, permitindo uma resposta mais eficiente e tempestiva no controle de surtos.
As autoridades de saúde enfatizam a necessidade de continuar em alerta, especialmente com a chegada do verão, quando a proliferação das arboviroses tende a aumentar. A orientação é para que a população redobre os cuidados, garantindo a eliminação de possíveis criadouros do mosquito transmissor.