Um dos destaques do plano é o uso da tecnologia, como drones e o sistema Defesa Civil Alerta (DCA). Lançado recentemente, o DCA envia alertas sonoros e SMS para pessoas em áreas de risco, enquanto drones ajudam no mapeamento e análise de regiões afetadas. Com três drones já em operação, espera-se que os municípios adquiram equipamentos e treinem pessoal para monitoramento local.
A Secretaria de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Semarh) colabora fazendo previsões técnicas das chuvas, e várias secretarias oferecem suporte às vítimas. Vinicius Pinho, superintendente de Prevenção em Desastres Naturais, explicou que as chuvas mais intensas ocorrerão na primeira metade do período, com uma redução prevista para a segunda metade. Essa dualidade exige preparação para cheias e secas.
Atualmente, o monitoramento dos rios alagoanos está em tempo real, graças a 29 estações espalhadas pelo estado, permitindo uma resposta precisa e imediata a possíveis inundações. O Corpo de Bombeiros reforçou sua presença e logísticas, ampliando a frota de embarcações e preparados para atuar em situações de emergência.
Os investimentos em tecnologia e recursos humanos são vistos como essenciais para a segurança pública e a prevenção de desastres, garantindo a segurança e o bem-estar da população alagoana durante a quadra chuvosa de 2026.
