Essas atividades incluem programas de alfabetização, preparação para exames, cursos de qualificação e projetos de leitura. Ao todo, foram identificadas 929 mil atividades educacionais em todo o país, o que mostra a importância e o sucesso das políticas de educação implementadas dentro do sistema prisional.
O levantamento divulgado pela Secretaria Nacional de Políticas Penais (Senappen) destaca o trabalho realizado pelo Governo de Alagoas e pela Secretaria da Ressocialização e Inclusão Social (Seris) no sentido de levar a educação para dentro das unidades prisionais. Alagoas figura entre os dez estados brasileiros com mais atividades educacionais e é o terceiro no Nordeste.
Além das atividades educacionais, o levantamento também revelou que mais de 1,5 mil presos estavam trabalhando e que 177 atividades laborais e educacionais ocorriam simultaneamente em Alagoas no primeiro dia útil de junho de 2023.
Em relação às bibliotecas nas prisões, o levantamento apontou que em 30 de junho de 2023 havia 1,5 milhão de livros em todo o país. Em Alagoas, foram identificados mais de 8,3 mil exemplares naquele mês. Esses números serão reforçados com a arrecadação de 22,8 mil livros feita pelo Projeto Livros que Libertam, uma campanha que uniu esforços dos setores público, privado e da sociedade.
O relatório do 14º Ciclo de Levantamento de Informações Penitenciárias também destacou o aumento de 9,58% na oferta de atividades educacionais no sistema penitenciário brasileiro, além de mais de 154 mil pessoas presas exercendo alguma atividade laboral.
A Senappen, responsável pelo levantamento, é um órgão federal integrado ao Ministério da Justiça e Segurança Pública. Os resultados mostram o compromisso do governo e de diversas entidades em promover a ressocialização dos detentos por meio da educação e do trabalho, contribuindo para a redução da reincidência criminal e para a formação de cidadãos mais preparados para a reintegração na sociedade.






