O crescimento abrange diversas categorias empresariais e vagas de mercado, com destaque para os microempreendedores individuais (MEIs), que representaram 20.827 novas empresas. Além disso, foram criadas 4.157 microempresas (MEs), 1.107 empresas de pequeno porte (EPPs) e 492 empresas sem classificação de porte.
Segundo Thiago Braga Calheiros, presidente da Junta Comercial do Estado de Alagoas (Juceal), o segredo do sucesso está na desburocratização e na segurança jurídica do processo de registro de empresas. “Estamos continuamente aperfeiçoando o ambiente de negócios para potencializar a geração de empregos e renda”, afirma.
As atividades mais populares entre as novas empresas incluem comércio, transporte e alimentação. As microempresas se concentraram em áreas como minimercados e restaurantes, enquanto as EPPs destacaram-se em holdings e construção de edifícios. Quanto aos MEIs, serviços de malote e promoção de vendas lideraram as classificações.
O crescimento foi distribuído por diversas cidades, com Maceió à frente com 13.997 novas empresas. Outras cidades como Arapiraca, Marechal Deodoro e Rio Largo também apresentaram desempenhos expressivos.
Além disso, novas filiais alagoanas ultrapassaram fronteiras estaduais, especialmente em Pernambuco e São Paulo, evidenciando a expansão das empresas locais em mercados nacionais. A Juceal continua a desempenhar um papel vital nesse cenário, facilitando a vida dos empreendedores e impulsionando o desenvolvimento sustentável do estado.
