Além das dificuldades operacionais, os criadores inadimplentes enfrentam penalidades financeiras. A multa é estipulada em R$ 1.128 por propriedade, com um prazo de 30 dias para interposição de recurso. A Adeal destacou que os Escritórios de Apoio à Comunidade (EACs) não estão habilitados para realizar este tipo de atualização, reforçando a exclusividade das ULSAVs para o procedimento.
Este processo, essencial para a exploração pecuária, abrange não só bovinos, mas também bubalinos, suínos, caprinos, ovinos, equinos, asininos, muares, aves, abelhas e espécies aquáticas. A iniciativa visa fortalecer o controle sanitário e garantir a saúde do rebanho alagoano, fundamental para a economia estadual.
O alerta agora é para que todos os criadores se conscientizem da importância deste procedimento e tomem as medidas necessárias para evitar complicações legais e garantir o pleno funcionamento de suas atividades agropecuárias, contribuindo para o desenvolvimento sustentável do setor no estado.
