O esforço foi implementado simultaneamente dentro e fora do presídio. No interior da unidade, as equipes realizaram buscas minuciosas em módulos específicos para conter a troca de bilhetes manuscritos que servem de meio para a transmissão de informações de forma irregular. Estas operações internas foram lideradas pela direção do presídio, com envolvimento do Grupo Tático de Intervenção (GTI) da Polícia Penal do Agreste.
Externamente, as forças de segurança intensificaram abordagens a pessoas e veículos nos arredores da unidade. Essa parte da operação foi coordenada pela Diretoria de Inteligência da Polícia Militar (DINT/PMAL), com suporte de diversas guarnições, incluindo o Comando de Policiamento da Região Agreste (CPRA) e o Batalhão de Polícia Rodoviária (BPRv).
A operação resultou na apreensão de múltiplas cartas e materiais ilícitos, alguns descartados de forma suspeita durante as abordagens. Segundo as autoridades, os objetivos foram plenamente alcançados, com uma coleta robusta de informações que fortalece as investigações em curso.
O secretário de Estado da Segurança Pública, Flávio Saraiva, sublinhou a importância da integração entre as forças para enfraquecer as ações de organizações criminosas. Ele classificou a operação como um movimento estratégico, que age tanto de forma preventiva quanto repressiva.
Por sua vez, o secretário de Ressocialização e Inclusão Social, Diogo Teixeira, destacou o papel do rigor administrativo combinado ao apoio das forças de segurança para manter a disciplina dentro do sistema prisional.
Essa operação faz parte de uma estratégia contínua do Estado para combater a atuação de grupos criminosos e aumentar a segurança em torno das prisões.







