Esse desempenho se destaca especialmente por ocorrer após um período de dificuldades enfrentadas pela fintech, que viu suas ações acumularem uma queda de 35,81% desde a sua estreia na bolsa de valores americana, em fevereiro. Na segunda-feira anterior, a situação parecia ainda mais crítica, mas a recuperação até uma redução de 26,33% na queda mostra uma melhora significativa, embora ainda longe de ideal. O mês de março foi especialmente desafiador para a instituição, marcado pela divulgação de resultados financeiros que revelaram uma desaceleração na carteira de crédito e um aumento na inadimplência.
Relatórios indicam que a suspensão temporária de novos empréstimos consignados do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) foi um fator crucial para a perda de confiança do mercado. Contudo, analistas veem uma luz no fim do túnel, prevendo uma recuperação sustentada pela melhoria na receita e pela avaliação mais favorável do Agibank em comparação a outros bancos do setor financeiro.
No mesmo dia, outras fintechs também apresentaram desempenhos variados. O Inter teve uma alta de 3,37%, enquanto a Nu Holdings (controladora do Nubank) subiu 2,69%. Por outro lado, o PagBank e o PicPay tiveram quedas modestas de 0,98% e 0,39%, respectivamente.
Enquanto isso, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, reiterou a permanência das forças militares na região até que um acordo definitivo seja alcançado, o que mantém a incerteza no ar. Apesar das questões geopolíticas em jogo, as principais bolsas americanas fecharam com ganhos, refletindo a complexidade e a resiliência do mercado mesmo em tempos de crise. O S&P 500 subiu 0,68%, o Dow Jones teve um avanço de 0,71%, e o Nasdaq fechou o dia em alta de 0,81%.






