A operação foi estruturada em duas séries de títulos. A primeira série, com prazo de 24 meses, ofereceu uma taxa de remuneração de CDI (Certificado de Depósito Interbancário) mais 0,60%. Já na segunda série, com vencimento previsto para 36 meses, a taxa oferecida foi de CDI mais 0,75%. A emissão contou com a coordenação das instituições financeiras BTG Pactual e XP, que, em função da robusta demanda dos investidores, possibilitaram a redução das taxas em 0,10 ponto percentual em relação ao valor inicialmente estipulado pelo banco.
No primeiro trimestre de 2026, o Agibank reportou que sua carteira de crédito havia alcançado R$ 35,5 bilhões, um dado que reforça a crescente atuação da empresa no segmento. Segundo a instituição, os recursos levantados na atual emissão serão fundamentais não apenas para sustentar esse crescimento, mas também para o refinanciamento de passivos, proporcionando maior estabilidade financeira.
Marcello Dubeux, diretor financeiro e de relações com investidores do Agibank, expressou satisfação com o desempenho dessa emissão. Ele destacou a relevância de manter uma presença significativa como emissor regular de dívida no mercado brasileiro e a eficiência nas taxas.
Essa sequência de emissões demonstra a estratégia do Agibank em apostar no mercado de capitais como um caminho para fortalecer suas operações. Antes desta última emissão, o banco havia captado R$ 400 milhões em Letras Financeiras em outubro de 2024 e R$ 350 milhões na mesma modalidade em abril do mesmo ano. Em setembro de 2023, a terceira edição pública de Letras Financeiras alcançou R$ 300 milhões. Esse histórico ressalta a continuidade do banco na diversificação de suas fontes de financiamento e na ampliação de sua atuação no mercado financeiro.





