Segundo a concessionária GRU Airport, que gerencia o local, essas obras são consideradas fundamentais para cumprir rigorosamente os protocolos de segurança operacional que regem a aviação mundial. A empresa reafirma que a segurança dos passageiros e das operações é uma prioridade máxima. Em virtude das reformas, o número de voos programados deverá ser reduzido, uma vez que o aeroporto, que normalmente conta com duas pistas operando em paralelo, funcionará apenas com uma durante esse período.
Com essa operação reduzida, os processos de pouso e decolagem terão que ser intercalados, o que se traduz numa diminuição significativa na capacidade operacional do aeroporto. Companhias aéreas afetadas já começaram a adaptar seus horários e planificações, uma vez que foram notificadas sobre as reformas ainda em outubro de 2023. A concessionária enfatiza que as melhorias eram previstas no cronograma de manutenção preventiva do aeroporto, o que ressalta a importância da obra para a continuidade das operações seguras e eficientes.
As autoridades do setor aéreo e as operadoras têm sido devidamente informadas sobre as reformas, a fim de minimizar possíveis impactos aos passageiros e garantir que alternativas sejam oferecidas. Os viajantes são orientados a acompanhar o status de seus voos junto às companhias e a considerar ajustes em seus planos de viagem durante esse período.
Essas intervenções são parte de uma estratégia mais ampla de modernização do Aeroporto de Cumbica, que visa não apenas atender a demanda crescente por serviços aéreos, mas também manter a segurança e a qualidade das operações em conformidade com as normas internacionais. A concessionária espera que, ao finalizar as obras, possa proporcionar um aeroporto ainda mais eficiente e seguro para os passageiros que transitam diariamente por um dos principais terminais aéreos do Brasil.
