Desde o início da investigação, o caso gerou grande comoção e preocupação na comunidade local. Inicialmente tratado como uma morte a esclarecer, a investigação rapidamente tomou um rumo mais grave e agora é considerada um possível infanticídio. O delegado Ulisses Brito, responsável pela 2ª Delegacia de Polícia de Ponta Porã, está à frente das investigações, as quais apontam que a adolescente, suposta mãe da criança, pode ter ceifado a vida do bebê logo após o seu nascimento.
No dia seguinte ao trágico achado, um homem se apresentou na delegacia, afirmando acreditar ser o pai da criança. No entanto, os investigadores excluíram rapidamente quaisquer suspeitas sobre ele, indicando que ele não teria qualquer envolvimento com o caso.
A situação se complica ainda mais pelo fato de que a adolescente ainda não foi localizada, o que impossibilita a Polícia Civil de ouvi-la ou de obter sua versão dos fatos. De acordo com fontes da investigação, já existem elementos que sugerem a responsabilidade da jovem na morte do recém-nascido. Para aprofundar a apuração, os policiais estão analisando imagens de câmeras de segurança na área e seguem colhendo informações que possam elucidar o que realmente ocorreu.
Vale ressaltar que o inquérito tramita em segredo de justiça, dado que envolve menores, o que limita o acesso a detalhes adicionais. A comunidade permanece em estado de choque, enquanto as autoridades se esforçam para desvendar a verdade por trás dessa tragédia.







