Adolescente de 14 anos é suspeito de jogar cachorros em fornalha em Santa Catarina: caso choca a população e gera revolta.

Um garoto de apenas 14 anos está sendo investigado pela polícia de Santa Catarina por suspeita de cometer maus-tratos a animais na cidade de Vidal Ramos, localizada no Vale do Itajaí. Segundo as autoridades, o adolescente teria filmado e divulgado nas redes sociais um vídeo no qual aparece jogando cachorros em uma fornalha.

O caso veio à tona na última quinta-feira (17/10), quando a Polícia Militar recebeu denúncias sobre as imagens chocantes que circulavam na internet. Nas imagens, é possível ver o jovem abrindo a fornalha e jogando os animais que estavam dentro de uma sacola no fogo. Por conta da sensibilidade do conteúdo, o Metrópoles optou por não divulgar as imagens.

As autoridades locais, representadas pela Polícia Civil de Santa Catarina, estão conduzindo as investigações para apurar o ocorrido. Ainda não há confirmação sobre o dia exato do crime e se o ato foi uma decisão isolada do adolescente ou se ele foi influenciado por outras pessoas.

Em contato com o Metrópoles, a Polícia Civil informou que um procedimento policial foi aberto para identificar todos os envolvidos no caso. A repercussão do crime nas redes sociais foi intensa, com muitos internautas pedindo por justiça e punição ao responsável.

No entanto, é importante ressaltar que, de acordo com o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), no Brasil, menores de 12 a 18 anos que cometem atos infracionais são responsabilizados de forma diferente do Código Penal. O termo usado é “ato infracional” e não “crime”, e os jovens podem ser submetidos a medidas socioeducativas, mas não podem ser presos.

Diante desse contexto, cabe às autoridades competentes aplicar as medidas adequadas para garantir a punição adequada ao adolescente envolvido nesse grave caso de maus-tratos a animais. O episódio serve como alerta para a importância de conscientizar a sociedade sobre a proteção e o respeito aos animais, assim como para a necessidade de uma legislação mais rígida nesse sentido.

Jornal Rede Repórter - Click e confira!


Botão Voltar ao topo