Agnaldo Lopes de Vasconcelos atirou contra o militar, que subia o muro da casa da sua namorada em abordagem

O corretor de imóveis Agnaldo Lopes de Vasconcelos, de 49 anos, preso desde o ano passado, suspeito de matar o capitão da Polícia Militar de Alagoas (PMAL) Rodrigo Moreira Rodrigues de 32 anos, está sendo ouvido em audiência no salão do Tribunal do Júri 3 nesta manhã (10).
A audiência para ouvir as testemunhas do caso teve início em 27 de janeiro e não há previsão para a conclusão.
A assessoria do Tribunal de Justiça de Alagoas (TJ/AL) informou que serão ouvidas as testemunhas convocadas pela assistência de acusação e, em seguida as da defesa. O réu será o último a falar.
Agnaldo Vasconcelos foi preso no dia em que matou o militar, na residência de sua namorada, localizada no bairro de Santa Amélia, na parte alta de Maceió. O suspeito teve vários pedidos de habeas corpus negados pela Justiça.
De acordo com as informações divulgadas na época, p militar teria sido morto quando rastreava o sinal de um aparelho celular roubado. O localizador apontava a residência da namorada do corretor de imóveis.
Uma equipe da PM teria ido até o local e o capitão teria avisado da presença da polícia, e, ao subir o muro da residência foi atingido por disparos. Agnaldo afirmou na época que pensou se tratar de um ladrão.
O corretor foi denunciado pelo Ministério Público por homicídio qualificado.
Familiares do militar estão presentes na audiência e pedem a condenação do réu. O advogado de defesa de Agnaldo defende que o caso se trata de legítima defesa.
tribuna
10/03/2017







