A Stone, por exemplo, viu suas ações subirem 11,62%, fechando a US$ 11, o que representa a maior valorização entre suas concorrentes. O Inter também se destacou, com um crescimento de 7,13%, encerrando a semana cotado a US$ 6,16. O PicPay não ficou atrás, com uma alta de 6,86% e um fechamento de US$ 11,06. Por outro lado, outras fintechs como Nu Holdings e PagBank também apresentaram desempenhos positivos, com altas de 3,66% e 3,04%, respectivamente.
Entretanto, nem todos os números foram favoráveis. O Agibank, por exemplo, teve uma leve queda de 1,15% e suas ações encerraram a semana a US$ 7,11. Já a XP Inc. sofreu um tombo de 3,89%, finalizando a semana a US$ 16,82, ficando assim atrás de seus pares na recuperação.
Embora a recuperação tenha trazido um alívio momentâneo, os estragos acumulados ao longo do mês de maio foram severos. O Nubank iniciou a maré negativa ao reportar um aumento inesperado na inadimplência, o que resultou em uma reação em cadeia que atingiu outras fintechs. O desagrado dos investidores foi evidente, e mesmo o Inter, que anunciou um lucro recorde, viu suas ações sofrerem. A empresa teve uma queda abrupta de mais de 15% após o relatório e ainda enfrentou novas perdas no evento “Owner’s Day” na Nasdaq.
Além disso, desafios como investigações no PicPay e resultados abaixo do esperado para o Agibank e XP Inc. complicaram o cenário. Enquanto isso, o ambiente internacional adicionava pressões, com o conflito no Oriente Médio elevando os preços do petróleo. Isso contribuiu para um aumento da inflação, que, por sua vez, limitou as expectativas de cortes de juros por parte do Federal Reserve.
Em meio a essa oscilação de forças, o Dow Jones e o S&P 500 conseguiram registrar altas, levando os investidores a refletirem sobre um possível direcionamento positivo nos próximos dias. A atenção agora se volta para os desdobramentos das tensões globais e como elas continuarão a influenciar o mercado financeiro.





