Em contrapartida, o cenário para os eleitores do senador Flávio Bolsonaro é marcadamente distinto. Apenas 28,9% destes afirmam ter acesso ao mesmo benefício em suas famílias, evidenciando uma clara disparidade entre os dois grupos. Além disso, 5% dos entrevistados não souberam ou optaram por não responder sobre essa questão, enquanto uma fração de 5,2% declarou a intenção de votar em branco ou anular seu voto.
Essas informações são parte de um estudo mais amplo, que considera diversas variáveis, como renda, nível educacional, localização geográfica e crenças religiosas, ampliando o entendimento sobre o panorama eleitoral atual. Quando analisados os dados em um cenário simulado de segundo turno, Flávio Bolsonaro e Lula aparecem em um empate técnico, com Bolsonaro atingindo 45,2% das intenções de voto, enquanto Lula registra 44,1%.
A pesquisa recebeu participação de 2.080 eleitores entrevistados entre os dias 25 e 28 de março, utilizando o formato de entrevistas pessoais. Com uma margem de erro de 2,2 pontos percentuais e um nível de confiança de 95%, os resultados apresentados são significativos para a dinâmica eleitoral brasileira. O estudo foi realizado independentemente pelo instituto e registrado junto ao Tribunal Superior Eleitoral, refletindo um esforço de entender melhor as tendências que moldam o futuro político do país. Assim, à medida que as eleições se aproximam, a influência dos programas sociais, como o Bolsa Família, sobre o comportamento do eleitor se torna um foco crucial para analistas e candidatos.
