Presidente da OAB de Palmeira dos Índios alerta sobre exercício irregular da advocacia na região da terceira subseção de Alagoas

O presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) de Palmeira dos Índios, Marcus Frederico Ribeiro Lima, emitiu um alerta sobre a prática de captação indevida de clientes por parte de escritórios de advocacia na região da terceira subseção de Alagoas. Em um comunicado divulgado recentemente, Lima destacou a preocupação da OAB com essa questão, que tem prejudicado a jovem advocacia em várias áreas do Direito.

De acordo com o presidente, a OAB Alagoas retomará suas atividades institucionais amanhã (23), com a realização da reunião do Conselho Seccional. Lima se colocou à disposição para sugestões de pauta e questões relevantes para conhecimento e deliberação do Conselho. Entre os temas em destaque, a captação indevida de clientes vem sendo observada com preocupação pela OAB.

Ribeiro Lima informou que diversos processos judiciais com denúncias de escritórios e advogados foram recebidos durante a semana e encaminhados ao Tribunal de Ética e Disciplina (TED) por ordem judicial. A prática irregular, segundo o presidente, envolve a oferta de serviços por escritórios que operam de forma clandestina, sem identificação visível, mas que estão captando clientes e prestando serviços restritos à advocacia.

Para ele, essa prática precisa ser examinada com mais atenção e ponderação por ambas as partes, mas é uma realidade recorrente na região, inclusive com a presença de sócios ocultos em órgãos públicos. Diante disso, a OAB de Palmeira dos Índios está atenta a essa questão e não irá permitir que a jovem advocacia seja prejudicada em virtude de ações contrárias à Lei 8.906/94, que regulamenta a profissão de advogado.

O presidente enfatizou a importância de combater essa prática para preservar a ética e a lisura das atividades advocatícias na região. A OAB reiterou seu comprometimento em proteger os interesses da classe e garantir que a atuação profissional dos advogados seja pautada pelos princípios éticos e legais que regem a profissão. A entidade continuará monitorando e tomando as medidas cabíveis para coibir a captação indevida de clientes e garantir a lisura do exercício da advocacia na região.

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